Os dados revelaram que a organização do setor, que incorpora uma imensa quantidade de micro e pequenos estabelecimentos familiares, demanda um grande número de profissionais, o que explica a expressiva presença de jovens no comércio.
Outros fatores que explicam isso são a baixa qualificação exigida pelo comércio e a baixa remuneração; além de os valores dos produtos serem compartilhados e/ou relacionados aos jovens, com características como vitalidade, energia e beleza.
No Distrito Federal, dos jovens de 16 a 24 anos em idade ativa, 26,4% trabalham no comércio. Em São Paulo, eles são 26,2%, proporção maior do que em Porto Alegre (25,2%), Salvador (22,6%) e Recife (19,1%).
O estudo concluiu também que a forma mais comum de ocupação no comércio é a com carteira de trabalho assinada. Entre jovens, contratos amparados pela CLT Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) são mais comuns do que entre os adultos. A parcela dos jovens contratados com carteira assinada variou entre 74,3% em Belo Horizonte e 50,8% em Recife. No mesmo período, para a população com 25 anos de idade ou mais, o percentual ficou entre 55,6% em Belo Horizonte e 37,1% em Recife.
Um segundo grupo destes jovens se subordinava a contratos que fugiam do padrão - sem carteira assinada, terceirizados e autônomos -, com percentuais que chegaram a 30,9% em Recife, 28,3% em São Paulo e 26,7% em Salvador.
Fonte: www.tribunaimpressa.com.br

voltar
|
|